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Saúde

Problemas comuns entre homens com mais de 40 anos

A Katiguá apresenta os problemas mais comuns que afetam os homens atualmente e como preveni-los

Postado: 01, Agosto 2019

Doenças cardiovasculares

A incidência de doenças cardiovasculares (DCV) em homens é maior do que em mulheres, especialmente entre 40 e 55 anos. Em parte, pelos fatores de riscos da doença — hipertensão arterial, o colesterol elevado, o tabagismo, diabetes, a obesidade, o alcoolismo e também  o sedentarismo. Outro fator são as questões hormonais, os homens mais sujeitos. “Estudos epidemiológicos e clínicos demonstram que a incidência da doença cardiovascular na mulher aumenta significativamente com a menopausa, sugerindo um efeito cardioprotetor dos estrogénios (influentes no sistema cardiovascular e no metabolismo lipídico). No entanto, o mecanismo deste benefício não está esclarecido”, explica Nadine Monteiro, especialista em Medicina Interna do Hospital Lusíadas Lisboa.

A doença cardiovascular é a principal causa de mortalidade no mundo em ambos os géneros. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número anual de mortes por doença cardiovascular aumentará para 25 milhões em 2030.

Tumores malignos da traqueia, brônquios e pulmão

Em 2014, os tumores malignos da traqueia, brônquios e pulmão causaram quatro vezes mais óbitos masculinos do que femininos.

Sabe-se que o tabagismo continua a ser um importante fator de risco (onde se incluem os tumores da traqueia, dos brônquios, e dos pulmões) e que, em termos globais, esse hábito é mais comum nos homens. No entanto, há estudos que encontraram uma possível relação entre mutações do cromossoma Y (exclusivo dos homens) e o maior risco de câncer.

Câncer da próstata

A segunda causa de morte por câncer no homem, sendo o tumor masculino mais frequente depois dos 50 anos, segundo a Associação Portuguesa de Urologia.

Nos homens com risco elevado, nomeadamente com história familiar de câncer de próstata, o controle deve iniciar dez anos mais cedo, aos 45 anos de idade.

Cálculo renal

Na Europa Ocidental, a prevalência do cálculo renal varia de 8% a 19% nos homens e de 3 a 5% nas mulheres — o que significa uma proporção homem/mulher que pode chegar aos 2,5 casos masculinos por cada mulher afetada.

Esta incidência depende do local, clima, etnia, dieta e fatores genéticos. No entanto, verifica-se que as diferenças de género se atenuam nas faixas etárias após os 50 anos.

Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono

A obesidade é um dos fatores de risco da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) — cerca de 40 a 60% dos casos diagnosticados estão relacionados diretamente com o excesso de peso. Esse é um dos motivos por que o problema afeta duas a quatro vezes mais os homens.

“O padrão de distribuição da gordura em homens concentra-se tendencialmente no abdómen e na região do pescoço”, isso contribui para “diminuição da capacidade de expansão pulmonar” e a acumulação de gordura na área do pescoço conduz “ao estreitamento das vias respiratórias”. “Os dois mecanismos estão diretamente relacionados com o desenvolvimento da apneia do sono”. Outro fator é a influência hormonal. 

Pneumonia

Os homens têm mais chance de morrer por pneumonia, mas não por questões relacionadas com a biologia. Isso é causado por um conjunto de comportamentos de risco e hábitos, que são mais frequentes em homens”, confirma Nadine Monteiro.

De acordo com um estudo conduzido pelo pneumologista Filipe Froes, do Hospital Pulido Valente, a mortalidade por pneumonia é 10% mais baixa nas mulheres. Elas demonstram maior resistência, menos fatores de risco e de, uma forma geral, “controlam melhor as doenças crónicas e são mais aderentes às terapêuticas”, explicou o especialista aquando da apresentação do estudo.

Na generalidade, os principais fatores de risco para a ocorrência de pneumonia são: tabagismo, imunossupressão, doença pulmonar obstrutiva crônica, insuficiência cardíaca, convulsões, acidente vascular cerebral (AVC) prévio com sequelas (nomeadamente na deglutição), cancro, diabetes, doença renal grave.

Calvície:

“Metade dos garotos com até 15 anos já apresenta queda anormal do cabelo. A partir dos 40 anos, o número sobe para 90%”, afirma o dermatologista e tricologista (especialista em cabelos e couro cabeludo) Luciano Barsanti, do Instituto do Cabelo, em São Paulo.

Tipo mais comum: alopecia androgenética

O que é: o bulbo capilar fica atrofiado por causa de uma maior conversão de testosterona, o hormônio sexual masculino, em dihidrotestosterona, ou DHT. Isso ocorre devido à ação de uma enzima, a 5-alfa-redutase.

Causa: como o nome diz, é genética. Só que ter pais ou avós calvos não significa necessariamente calvície – depende de quantos dos oito genes você herdou.

Ações desencadeantes: stress, depressão, ansiedade, alimentação inadequada, uso de anabolizantes, de cigarro e de drogas, como maconha, cocaína e crack.

Testosterona

O homem, com o passar dos anos, sofre um processo natural de envelhecimento de suas células gerando inúmeras efeitos no corpo, bem como o declínio progressivo e lento de sua função hormonal, principalmente após os 40 anos. Sabe-se que a mulher, ao chegar próximo aos seus 50 anos, passa por uma parada de sua função reprodutiva e declínio importante de sua função hormonal, a chamada menopausa. No homem idoso, essas mudanças reprodutivas ocorrem de forma lenta e gradual, com sintomas mais sutis. Esse processo é chamado de Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM).

O hormônio diretamente ligado à função reprodutiva no homem é produzido por células localizadas nos testículos e é chamado testosterona (principal hormônio andrógeno masculino). O declínio da testosterona no homem gira em torno de 1% ao ano. 

Sintomas

Diversos sintomas que ocorrem relacionados ao déficit hormonal se sobrepõem ao envelhecimento natural do homem, a diminuição da libido (desejo sexual), disfunção erétil (dificuldade em ter/manter ereção peniana), aumento da gordura corporal, perda de massa óssea (osteoporose), perda da massa muscular, diminuição dos pelos (barba, cabelo), anemia, depressão e irritabilidade.

Caso haja suspeita do declínio hormonal o urologista, através de uma avaliação clínica completa e com exames laboratoriais complementares, pode estabelecer o diagnóstico correto. 

A suplementação alimentar com ingredientes que possuem nutrientes que previnem tais condições é uma ótima alternativa para diminuir a chance de tais doenças. Após os 30 anos de idade nosso corpo passa por transformações hormonais e começa a diminuir a produção de várias substâncias que previnem estas doenças.

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